Relatório da Pesquisa sobre o Mercado de Trabalho Brasileiro de Desenvolvimento de Sistemas Embarcados 2015

Pesquisa sobre o Mercado de Trabalho Brasileiro de Desenvolvimento de Sistemas Embarcados 2015
Pesquisa sobre o Mercado de Trabalho Brasileiro de Desenvolvimento de Sistemas Embarcados 2015

Entre os dias 21 de Setembro e 16 de Outubro de 2015 o Embarcados realizou a Pesquisa sobre o Mercado de Trabalho Brasileiro de Desenvolvimento de Sistemas Embarcados 2015.

 

Aqui no Embarcados constantemente recebemos e-mails e mensagens perguntando como é o Mercado de Trabalho para Sistemas Embarcados no Brasil. Qual é a sua distribuição? Quais são os requisitos de conhecimento que as empresas esperam dos profissionais? Quanto que um engenheiro Júnior, Pleno e Sênior recebem na média?

 

Como não temos referências de dados sobre isso, decidimos realizar essa pesquisa específica sobre o Mercado de Trabalho e dessa maneira tentarmos traçar os perfis dos profissionais que atuam com desenvolvimento de sistemas embarcados no Brasil.

 

Esta pesquisa foi realizada em parceria com a Netquest, especialista em coleta de dados on-line com operações no Brasil, Portugal, Espanha e vários países da América Latina. A Netquest  possui certificação ISO 26362:2009 e é membro das principais associações globais de pesquisa de mercado, seguindo suas normas e éticas. Entre elas, ESOMAR e ABEP, Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa de Mercado.

 

 

Download do Relatório da Pesquisa sobre o Mercado de Trabalho Brasileiro de Desenvolvimento de Sistemas Embarcados.

 

Para fazer o download do relatório você deve ser registrado e estar no logado no site. Clique aqui para se registrar e aqui para logar.

 

 

download Relatório Pesquisa Mercado de Trabalho Brasileiro Sistemas Embarcados 

 

Promoção concorra a 4 livros: "Autodesenvolvimento para desenvolvedores"

 

O autor do livro, Ricardo Tafas, cedeu ao Embarcados 4 exemplares para sorteio. Para participar basta preencher o formulário abaixo.

 

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Sinopse

 

Se pararmos para pensar, existe um motivo para uma empresa investir em seus desenvolvedores. Uma empresa existe para produzir e comercializar seus bens e serviços, ou seja, negociar seus produtos. Portanto, é seguro afirmar que é graças ao produto que a empresa existe. A continuidade dessa negociação faz a empresa continuar existindo; portanto, uma empresa tem seu crescimento diretamente proporcional ao benefício gerado por seus produtos. Como todos os produtos são fruto de alguma atividade de desenvolvimento, o sucesso de uma companhia torna-se diretamente proporcional à qualidade do desenvolvimento desses produtos; e, por fim, esse desenvolvimento será tão bom quanto seus desenvolvedores.

 

Ricardo Fialho Tafas Junior nasceu em Porto Alegre, em 4 de abril de 1981. É graduado em Engenharia Elétrica com foco em Sistemas Digitais e Eletrônica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul desde 2003. Desde o início de sua vida profissional, sempre trabalhou no desenvolvimento de Sistemas Embarcados com Lógica Programável (FPGA) ou na coordenação de equipes de desenvolvimento e aplicações.

 

 

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Os sorteados foram:

  • Demóstenes Muniz Brito 
  • Jhon Edwin Cordoba
  • João Paulo Santiago
  • Luciano Becker

 

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Flavio Hernan
Visitante
Flávio Nunes

Interessante esse questionário, mas fiquei com um dúvida sobre essa pergunta:

"Qual das seguintes famílias de processador de 8-bit você já teve alguma experiência?"

Arduino, não é um processador, é uma plataforma de desenvovimento que utiliza diversos processadores, como AVR 8bits, ARM Cortex M3 M0 32 bits.

E também Atmel 80xx, Intel 80xx, Silabs 80xx não seriam da mesma familia 8051, assim como existe o ARM fornecido por diversos fabricantes, com as linhas STM32, ATSAM, TM4C ?

Posso estar errado mas as alternativas parecem inconsistentes para essa pergunta.

Diego Sueiro
Visitante
Diego Sueiro

Olá Flávio,

Obrigado pelas observações.

Essa questão assim como outras foram baseadas em uma pesquisa já realizada globalmente pela EETimes.

Acredito que o intuito dela é tentar mapear não só a arquitetura mas também o fabricante.

Confesso que também fiquei incomodado com o Arduino, mas note que se faz necessário colocá-lo como uma opção já que o mesmo adquiriu bastante popularidade.

O que podemos fazer para o ano que vem é colocar uma questão específica para experiência em desenvolvimento com uso de kits e ferramentas de avaliação.

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