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Olá Pessoal,

Muito se discute sobre o uso do Arduino no mundo dos embarcados. Projetistas antigos defendem o aprendizado do microcontrolador em mais baixo nível e que a plataforma arduino abstrai muito. Por outro lado a curva de aprendizagem (conseguir fazer algo) é muito mais rápida com Arduino em curso técnicos, por exemplo. Outro ponto interessante da plataforma é a constante evolução e aprimoramento do hardware e bibliotecas

Gostaria de saber de vocês, que trabalham diariamente com sistemas embarcados, como enxergam essa plataforma no mercado e o que acham dela como plataforma de aprendizagem(dar os primeiros passos no mundo dos embarcados)?

  • Fábio Souza perguntada 5 anos atrás
  • última atividade 5 anos atrás
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Prezados bom dia!

Estou a alguns dias sofrendo com isto ja!

Preciso fazer a leitura de uma celula de carga com o Arduino.
Segue link da célula que estou utilizando
http://www.iwm-brasil.com.br/spl-celula-de-carga-tipo-single-point/?txt_friendemail&txt_friendmessage&sendlink=http%3A%2F%2Fwww.iwm-brasil.com.br%2Fpor-familia-celulas-de-carga%2F
O modelo que tenho é de 10KG, e estou alimentando a mesma com uma bateria de 9V.

Li em outros foruns que devo utilizar um amp op para fazer a leitura diferencial entre V+ e V- da celula, e jogar o Vout na entrada analogica do arduino. Utilizei um TL074, com ganho de 1000, e quanto tento ler no arduino, a entrada simplesmente nao varia.
Montei um amp op instrumental utilizando 3 TL072 e tambem nao obtive resultados satisfatorios…
Quando coloquei as entradas em um osciloscopio, vi que a diferença entre elas varia quando é aplicada força, entao acredito que nao seja problema na celula.

Alguma luz?

Obrigado!

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Olá pessoal,

Sou estudante de Engenharia Elétrica e estou fazendo meu tcc utilizando um arduino MEGA 2560 e nanoshields zerocross (para detectar o ponto em que a rede eletrica cruza o zero) e triac (para controle da tensão).
Eu vi muitos topicos e sites falando de dimmer e controle de luminosidade de lâmpadas. Esse é o principio básico do meu projeto. Mas o que esta me tirando o sono é o fato de eu precisar controlar outra fase. No caso preciso acionar um motor trifásico.
Sei que cada fase tem uma defasagem de 120 graus uma da outra. E no caso de eu estar trabalhando em 60Hz com um periodo de 1/60 = 16,6667ms para a fase A. A defasagem de tempo para a fase B seria 5,5556ms.
Mas mesmo sabendo disso, nao estou conseguindo implemantar um codigo para controlar a fase B exatamente igual a fase A.
Por estar usando o sensor zerocross e a função de interrupção do arduino para receber o sinal desse sensor me fez desistir de colocar 2 sensores zerocross por causar interferencias entre as interrupções.
Portanto preciso utilizar 1 sensor zerocross e 2 ou 3 triacs para o controle de 2 ou 3 fases diferentes.

Alguem pode me ajudar a implementar esse codigo, por favor?

Aqui está um exemplo de codigo para o controle de 1 fase utilizando um potenciometro.

int triac1 = 5; // Triac: pino D5
int pot = A15; // Potenciômetro: pino A15
int zc1 = 2; // Detetor de zero: pino D2

// Tempo entre a detecção de zero e o acionamento do triac
int time;

void setup()
{
// Inicializa os pinos como entrada ou saída
pinMode(triac1, OUTPUT);
pinMode(pot, INPUT);
pinMode(zc1, INPUT);

// Associa a borda de descida do detetor de zero com
// a função dimmer(), que aciona o triac
attachInterrupt(0, dimmer, FALLING);
}

void loop()
{
// Lê o valor do potenciômetro (de 0 a 1023) e converte
// para o delay de acionamento do triac (de 1 a 7331us).
int t = analogRead(pot) * 7.1652 + 1;

// Atualiza a variável “time”, desabilitando as interrupções
// para que não haja conflito no acesso.
noInterrupts();
time = t;
interrupts();
}

void dimmer()
{
// Espera até o momento correto (variável “time”) e aciona o triac
delayMicroseconds(time);
digitalWrite(triac1, HIGH);
// Gera a borda de descida do pulso do triac com largura de 200us
delayMicroseconds(200);
digitalWrite(triac1, LOW);
}

  • Brunno Brendon perguntada 4 anos atrás
  • última atividade 4 anos atrás
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Bom dia pessoal,

É possível utilizar o arduino para enviar comandos com saída 4-20ma?

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Olá, sou Júlio, estudo graduação em Engenharia da Computação e gostaria de ter a vossa opinião sobre o seguinte fato: “Os smartphones, como dispositivos integrados, podem/devem ser considerados como UM sistema embarcado? Ou, devido às circuntâncias, devem ser considerado como um conjunto de sistemas embarcados?”. Esta dúvida vêm me assombrando a algum tempo, e reparei, com o passar do tempo, que as opiniões são muito divergentes sobre esse assunto, teria algum motivo para essa divergência sobre o assunto e, caso sim, haveria uma solução viável para esclarecer essa imparcialidade?
Poderiam me esclarecer essas dúvidas?

Att.
Júlio F.

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Boa Tarde à todos!

Meu nome é Augusto Cesar, estou em um projeto onde os colegas da Mecatrônica estão desenvolvendo um dispositivo que deve ser acionado por comandos enviados pela minha aplicação escrita em Java, e também a minha aplicação deve ‘reconhecer’ sinais enviados pela placa Arduino UNO.

Ocorre que nunca trabalhei com este tipo de aplicação, e pesquisando na Internet, encontrei alguns desenvolvedores que utilizam a biblioteca rxtx, e outros utilizam a usb4java.

Fiz diversos testes com as duas bibliotecas, mas sem sucesso algum… Utilizando a usb4java e um script de exemplo obtido no site do desenvolvedor, o código HotPlug.java consegue exibir na tela o idVendor e o idProduct da placa, quando a mesma é plugada em uma porta USB.

Na placa existe um programa gravado que envia as palavras ‘proximo’ e ‘anterior’ alternadamente. Preciso ‘capturar’ estas palavras e dar o devido tratamento quando detectar cada uma delas. Também preciso fazer com que a placa Arduino ‘receba’ um ‘sinal’, seja êle um caracter ou uma palavra, e execute uma lógica que deverá estar gravada na mesma.

As dúvidas começam aqui:

  • Quais as informações, além do idVendor e idProduct que tenho que utilizar nos programas para comunicação com o Arduino?

  • Utilizando o comando lsusb no Linux (Lubuntu 12.04 – 32bits), e alguns parâmetros deste comando, obtive um detalhamento do dispositivo, como ENDPOINT_IN, ENDPOINT_OUT, etc. Observei em alguns códigos java na Internet que também são utilizados para a comunicação. Agora pergunto: o que são estes ENPOINT? Podem existir mais que um ‘IN’ e/ou ‘OUT’ no mesmo dispositivo? Se sim, qual utilizar?

  • Os valores dos atributos como idVendor, idProduct, etc., estão em Hexadecimal?

  • Alguém teria um exemplo de, pelo menos, um código que pudesse ‘ler’ o que está sendo enviado pela placa, tal que fosse impresso na tela?

Pedindo desculpas por uma mensagem extensa, mas tentando esclarecer minhas dúvidas e agradecendo antecipadamente qualquer ajuda,

atenciosamente

Augusto Cesar de Sá Nunes

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Boa noite, sou iniciante no assunto e durante meus estudos me surgiu uma dúvida.Vou exemplificar: Ao fazer uso de um display 7 segmentos de anodo comum eu vi que precisa de uma corrente de 10mA por segmento, e supondo que o display precise de 2V, e eu aplique uma corrente de 5V, qual resistor que devo usar nas saídas e na entrada do display. Pois, ja que o display trabalha com 7 leds, elas estão ligadas em paralelo, e cada led precisa de 10 mA, então não era para multiplicar essa corrente necessária pelo numero de leds?

V=R(I7)
5-2=R(0,017)
3=R*0.07…

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bom estou com meu projeto de tcc para fazer,e ao dar continuidade ao mesmo me deparei com a seguinte situação: Onde não consigo controlar a porta usb para enviar sinal ao arduino e gostaria de saber se continuo usando linguagem C ou mudo para uma outra ou qual a melhor opção de linguagem.

Obs: Não vou poder usar o C#, somente C++,C ou talvez Java.

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Colegas.
Estou desenvolvendo um projeto com o PIC18F26J50.

É um projeto legado onde estou implementando o firmware e não tenho que trabalhar com o hardware que me foi dado.

Basicamente é um sistema que realiza a leitura de dois sensores analógicos, aplica um filtro e disponibiliza esses dados através de um protocolo proprietário sobre RS-485.

Como estou sem o hardware em mãos (mais essa), estou realizando os testes de algoritmos em uma uStart (do nosso amigo Marcos Ribeiro), mesmo que seja um processador diferente, mas estou fazendo…

A minha pergunta é relacionada ao clock. O hardware que será construído não utiliza cristal. Estou utilizando o oscilador interno. Ontem fui medir indiretamente a frequência de operação do PIC, utilizando um interrupção de timer e um gpio, e notei uma discrepância de mais ou menos 20% na frequência de geração da interrupção do Timer0. Conferi toda a configuração do mesmo e está correto.

Gostaria de saber de vocês qual é a precisão do oscilador interno e se este tipo de configuração é adequada a um ambiente com um considerável spam de temperatura e que tenha necessidade de comunicação via interface serial, que pode ser bem sensível à variações de clock.

Cheguei a ler sobre isso no datasheet e a impressão que tive é de que não teria muitos problemas.

Ontem ao medir os tempos e perceber o desvio da frequência observada através da interrupção em relação ao esperado, fiquei ressabiado.

Muito obrigado pela ajuda!

  • Rafael Dias perguntada 4 anos atrás
  • última atividade 4 anos atrás
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