A Cloud Computing na pandemia da COVID-19 e as transformações digitais.

A pandemia da COVID-19 mostrou que as organizações, e na verdade, economias inteiras, precisam estar preparadas para circunstâncias imprevisíveis e adaptar suas formas de trabalho adequadamente. Neste quesito, a Computação em Nuvem tem sido um importante facilitador e acelerador da transformação digital, a partir de seu histórico de ajudar a interromper e remodelar as economias modernas. 

A Computação em Nuvem é um catalisador da Inovação Digital, conforme aponta um relatório da Mckinsey, para a Polônia, até 2030. Nesse relatório, a adoção da tecnologia em nuvem em empresas polacas e instituições públicas, podem gerar valor equivalente a 4% de seu PIB anual. 

Na análise constatou-se que a Polônia tem bases sólidas em termos de escala, momento e ponto de partida digital. É evidente que para atingir perspectivas tão otimistas, algumas barreiras precisam ser superadas. 

Apesar de ser uma tecnologia relativamente recente, e ainda insipiente para as aplicações industriais; o varejo com Allegro e Booksy, o transporte com Uber e Bolt, a música com o Spotyfy e Deezer, comida e serviços com Glovo e Uber Eats, ou bancos com Revolut e N26, todos são bons representantes do estado atual da tecnologia, e de seu potencial econômico.

Os sinais são claros de que a nuvem será um facilitador importante de mais inovação. Trata-se de uma nova mudança de paradigma em Tecnologia da Informação e Comunicação – TIC, assim como foi a internet na década de 1990, e os smartphones nos anos 2000. A Computação em Nuvem apresenta duas propostas de agregação de valor que devem ser consideradas: a modernização da TI e a aceleração da inovação digital. Esta última decorre das três liberdades da nuvem: a liberdade para experimentar, a liberdade falhar e a liberdade de ser ágil. 

A Polônia persegue de perto os líderes europeus, tanto com relação à adoção da tecnologia, como em relação à taxa de crescimento da adoção da tecnologia. Apesar da adoção da nuvem no país ser 14 vezes menor do que nos países europeus pioneiros; a taxa de adesão à tecnologia está em 23%, já bastante próxima desses países.

Na Polônia a transformação digital apresenta-se com acelerado crescimento pós advento da COVID-19. E os desafios se concentram em sete principais facilitadores:

  1. Aumentar a adoção de ferramentas digitais nas pequenas, médias, e grandes empresas.
  2. Aumentar a adoção de competências digitais e aceitação de serviços de Internet pela população em geral.
  3. Desenvolver, implementar e promover soluções de governo eletrônico para o setor público.
  4. Fomentar o empreendedorismo e estimular o ecossistema startup.
  5. Alavancar o crescimento de mão de obra especializada em TIC.
  6. Aumentar o incentivo às empresas para desenvolverem novas habilidades digitais de seus funcionários.
  7. Melhorar a regulamentação do ambiente em TIC para atrair mais investimentos.

O Estudo de Caso da consultoria McKinsey mostra o aspecto importante de agregação de valor, a partir da utilização da Computação em Nuvem. Quem sabe isto possa interferir positivamente para a situação brasileira.

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