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A spintrônica pode revolucionar os discos rígidos, memórias e processadores. Saiba mais sobre essa tendência.
Não é novidade para nenhum observador do mercado de chips que está cada
dia mais difícil acompanhar a chamada Lei de Moore, que há 30 anos
sentenciou que o número de transistores em um processador dobraria a
cada 18 meses. A cada nova geração de chips, os fabricantes desafiam as
leis da Física.
Está cada vez mais difícil avançar no aumento
de poder de processamento e na miniaturização dos componentes,
driblando problemas de aquecimento e consumo de energia. Uma das áreas
que podem trazer respostas a esses desafios é a chamada spintrônica,
ciência que vem sendo desbravada por pesquisadores de todo mundo,
inclusive do Brasil.
Enquanto a eletrônica clássica se preocupa
com a carga dos elétrons, a spintrônica estuda o seu movimento de
rotação, chamado spin (giro, inglês). Os elétrons podem rodar em
diferentes sentidos - representados por setas para baixo ou para cima.
Esse movimento gera uma espécie de campo magnético ao redor do elétron.
Leia mais em:
http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2007/09/11/idgnoticia.2007-09-11.2367954465/
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